21.10.06

façamos que por impulsos corrijo uma carência mais funda. talvez aconteça que a poeira dos pés descordenados entorpeça a arritmia da cabeça desencontrada. parto de um ponto frágil e efervescente, na linguagem do jazz, para o bambolear do resto da caminhada imprevisível. vem-me à memória uma frase: - improviso um passo que não penso. segue-se a desconstrução: -não penso no improviso que não de um passo. mas como posso, se eu respiro música mesmo nos mais fortes ataques de asma.
a frase, claro está, é também interrogativa.
A minha foto
........................gra(')f.ico.ismo.onola.......... demasiado colado à palavra para ser uma outra coisa que não isto. utopia de mim, abismos da imagem arrancada e digerida.

O ROSTO À LUPA DE MIM

blog inTemporal

O dia de hoje podia muito bem ter sido um outro. Amanhã vemos isso.
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