4.11.06

às vezes consigo furar uma certa solidão que exacerba e seduz, e de onde vem a tal tendência suicida das artes gritantes.

e aí fujo a uma explanada de areia e deixo o vento salgado corroer-me as partes internas do corpo,
solto a ausência de matéria nas ondas de espuma, enquanto repouso prolongadamente o café no paladar sedento. e isso chega.

furo a onda no olhar esguio, e o travo ainda estimula a glandula sublingual.

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na convicção de andares perto,
esperneio uma outra forma
de chegar mais a cima.
e chego.

A minha foto
........................gra(')f.ico.ismo.onola.......... demasiado colado à palavra para ser uma outra coisa que não isto. utopia de mim, abismos da imagem arrancada e digerida.

O ROSTO À LUPA DE MIM

blog inTemporal

O dia de hoje podia muito bem ter sido um outro. Amanhã vemos isso.
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