revejo-me em ti
num certo fraquejar de passo
em busca de algo novo,
o que nos permite mais facilmente
chafurdar no estranho.

estranho de ser novo nos sítios, pois é mais do que sabido que certas paisagens casuais nos restabelecem o equilibrio. nas pessoas, nessa mesma fome de sentir pulsares novos sobre as mesmas coisas. e claro está, na música, não só mas também improvisada directamente de um diafragma com um suster essencialmente instintivo.
reforço a ideia, pois é na música que mais abro este dentro que teima em se concentrar numa amalgama de extremos e tudo ao mesmo tempo.