14.2.07

eles viram-se "obrigados" a partilhar a essência da ausência.
os rostos foram destapados.
mas a palavra continua a elaborar esse encontro
de todos os fogos de artifício.
diz(em): um hotel era perfeito.
algures num quarto de velas que se cheiram e incenso... "nag champa". _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________ _______________________________________

(...)
mas se a perfeição existe, isso é toda uma envolvência de ópio(s).
há a luta fria da palavra que se esmiuça cada qual no seu (canto), e a imagem que se inspira nas cinematografías oníricas e robustas, de onde se soltam como lascas visões do plano imaginativo, e das quais se formam lentos puzzles de uma realidade fora do tacto, mas já realidade.

nascemo(nos) para escavar na cor dos poetasas envolvências conturbadas e de todos os delirios.
e por que é de
(re)nascer que somos feitos,
hoje, em nós,
renasço.
A minha foto
........................gra(')f.ico.ismo.onola.......... demasiado colado à palavra para ser uma outra coisa que não isto. utopia de mim, abismos da imagem arrancada e digerida.

O ROSTO À LUPA DE MIM

blog inTemporal

O dia de hoje podia muito bem ter sido um outro. Amanhã vemos isso.
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